Preço da gasolina nos postos cai pela sétima semana consecutiva, indica ANP

Litro do combustível recuou 2,3% na semana passada, indo de R$ 4,505 para R$ 4,402 e contrariando o aumento imposto pela Petrobras nas refinarias.

Em 2018, o preço da gasolina nos postos acumula alta de 7,76% – variação duas vezes maior do que a inflação esperada.

Na semana passada, o preço da gasolina nos postos caiu 2,3% em relação à anterior, passando de R$ 4,505 para R$ 4,402. É a sétima semana consecutiva de queda, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP).

A queda do  preço da gasolina  nas bombas contraria a política adotada nas refinarias. No último sábado (8), depois de quatro dias de estabilidade, a Petrobras anunciou um reajuste de 1,6% no litro do combustível, que passou de R$ 1,5339 para R$ 1,5585. É a segunda alta imposta pela estatal desde meados de setembro.

Em 2018, ainda de acordo com a ANP, o preço médio da gasolina praticado nos postos acumula alta de 7,76%. A variação é mais de duas vezes maior do que a inflação esperada para o ano todo. Segundo o último  Boletim Focus divulgado ontem (10) pelo Banco Central, o mercado espera que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do País, fique em 3,71%.

A  Petrobras adota essa política de reajuste dos preços desde julho de 2017. De acordo com a metodologia, as mudanças podem acontecer mais frequentemente, inclusive todos os dias, e refletem os preços praticados nos mercados internacionais e a cotação do dólar.

Entenda o preço da gasolina 

Do preço da gasolina, 27% correspondem aos valores praticados nas refinarias e outros 45% aos impostos incidentes

De acordo com cálculos feitos pela própria Petrobras, os valores praticados nas refinarias equivalem a 26% do preço pago pelos consumidores nos postos. Essa porcentagem aproximada leva em conta a coleta de preços feita pela estatal entre os dias 2 e 8 de dezembro em 13 regiões metropolitanas do País.

Outros 47% são formados basicamente por tributos. Destes, 31% correspondem ao ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), recolhido pelos estados, e outros 16% são relativos à Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e ao PIS/Cofins, de competência da União.

A diferença entre os impostos estaduais e federais está na forma com que são cobrados. O ICMS varia de acordo com o que é praticado nos postos, então cada vez que o preço da gasolina sobe, os estados arrecadam mais dinheiro. O PIS/Cofins e a Cide, ao contrário, são valores fixados por litro: o primeiro é de R$ 0,7925 e o segundo, de R$ 0,10.

Do restante do preço da gasolina , 12% correspondem ao custo do etanol anidro, que, segundo a lei, deve compor 27% da gasolina comum. Os últimos 15%, por sua vez, são relativos aos custos e ao lucro de distribuidores e postos. Em maio passado, essa fatia era de 12%, o que sugere um aumento de três pontos percentuais na margem de lucro desses agentes.

Fonte: IG Notícias

Data: 11/12/2018

Por: Brasil econômico

Link: https://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-12-11/preco-da-gasolina-nos-postos.html

Agência de Desenvolvimento da RMVA e Unileste realizam solenidade de entrega do PDDI à sociedade

A Agência de Desenvolvimento da RMVA entregou no final de novembro último o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) à sociedade. O evento foi realizado às 8h30, no Auditório Dom Lelis Lara, localizado no campus de Ipatinga do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste). O projeto foi desenvolvido pela Agência com a consultoria técnica do Unileste e tem como objetivo fundamentar as políticas públicas da RMVA, promovendo o desenvolvimento econômico e social de forma integrada.

Novembro de 2018

O PDDI aborda as funções públicas de interesse comum divididas nos eixos temáticos de ordenamento territorial, mobilidade, meio ambiente, recursos hídricos e saneamento, desenvolvimento social, desenvolvimento econômico e arranjo institucional. A elaboração do Plano conta com a consultoria do Unileste desde 2013 e envolveu a participação de aproximadamente 70 profissionais da Instituição.

O processo de desenvolvimento do estudo seguiu quatro etapas principais: estabelecimento das macrodiretrizes, diagnóstico, proposta e sumário executivo e macrozoneamento. O PDDI servirá de base para elaboração do Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da RMVA – instrumento legal que irá estabelecer diretrizes e ações para nortear o desenvolvimento da Região Metropolitana.

O plano, que prevê ações a serem realizadas nos próximos anos, teve em sua elaboração ampla participação da sociedade civil. “O trabalho feito pela contratada retrata a realidade da Região Metropolitana com informações privilegiadas que possibilitarão traçar desafios e estratégias para o desenvolvimento regional”, ressaltou o diretor geral interino da Agência RMVA, Humberto Lopes de Assis.

O reitor do Unileste, Genésio Zeferino, aponta que a participação da comunidade e o envolvimento do Centro Universitário durante o processo de desenvolvimento do Plano são motivos de orgulho para a Instituição. “Participar da criação do Plano Diretor que irá orientar o desenvolvimento de toda a região nos próximos anos é para nós motivo de orgulho e, ao mesmo tempo, de grande responsabilidade. Com o envolvimento e participação da Sociedade seja nos organismos públicos, seja nas organizações privadas e populares possibilitou a elaboração de um documento muito rico, abrangente e orientador das ações no âmbito das políticas públicas em nossa Região”.

A Região Metropolitana do Vale do Aço

A Região Metropolitana do Vale do Aço é composta pelos municípios de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso.  A RMVA obteve reconhecimento pela Lei Complementar n° 51, de 1998, e foi efetivada como Região Metropolitana em 12 de janeiro de 2006.

 

Estado do Rio promove forum sobre Mobilidade Urbana

Rio – O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a agência francesa AFD (Agence Française de Développment) promoveram, na sexta-feira (7), o Fórum de Mobilidade para celebrar a parceria que resultou em dois projetos de revitalização urbana da Região Metropolitana: a Central do Brasil e o eixo Pavuna – Arco Metropolitano.

O evento, no Palácio Guanabara, reuniu 100 participantes, entre eles o secretário de Transportes, Rodrigo Vieira, representando o governador em exercício, Francisco Dornelles; o subsecretário de Relações Internacionais, Bruno Costa; o diretor executivo da Câmara Metropolitana, Paulo Costa; e a conselheira de Desenvolvimento Sustentável, Françoise Méteyer-Zeldine, representando a Embaixada da França.

– O esforço é fazer com que Estado e prefeitura andem de mãos dadas, para que os projetos de transporte e de urbanismo dialoguem cada vez mais – disse o secretário de Transportes, Rodrigo Vieira.

O projeto de revitalização da Central do Brasil prevê a requalificação urbana do entorno da gare, a construção de um shopping e a integração entre os modais. Já o projeto Pavuna-Arco Metropolitano foi coordenado pela Câmara Metropolitana e executado pelo consórcio Systra/Tectran e o Atelier Parisien d’Urbanisme.

Fonte: Diário do Vale

Data: 10/12/2018

Por: redação

Link: https://diariodovale.com.br/politica/estado-do-rio-promove-forum-sobre-mobilidade-urbana/

Inflação oficial registra menor nível para novembro desde 1994, diz IBGE

Os preços de produtos e serviços recuaram em novembro, o que representa um alívio no bolso do consumidor. A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), registrou queda de 0,21% — o menor nível para novembro desde 1994, quando se iniciou a série histórica.

Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (7). 

Novembro representa o segundo mês de 2018 em que foi registrado resultado negativo para o IPCA — o outro havia sido em agosto, quando houve queda de 0,09% nos preços. De janeiro até novembro deste ano, a inflação oficial acumula 3,59%.

Alívio no bolso

O grupo de transportes foi o maior influenciador do resultado negativo do mês. Principais responsáveis pelo resultado, os combustíveis ficaram mais em conta — 2,4% mais baratos, em média, na bomba. 

O litro da gasolina está, em média, 3,07% mais em conta, enquanto os preços óleo diesel e o etanol recuaram 0,58% e 0,52%, respectivamente.

O grupo habitação também registrou redução nos preços. A energia elétrica foi a responsável pelo maior impacto negativo no índice, uma vez que a conta de luz recuou, em média, 4,04%. Segundo o analista de Índice de Preços, Pedro Costa, houve mudanças na bandeira tarifária. “Estava no patamar dois da bandeira vermelha e passou a ser amarela. Isso foi o principal”, afirma.

Já no caso dos produtos e serviços de saúde e cuidados pessoais, vale destacar a queda de quase 5% nos itens de higiene pessoal.

Supermercado ficou mais caro em novembro 

Comida mais cara

Na contramão da tendência geral de queda de preços, os alimentos e bebidas fecharam o mês com aumento nos preços. Vale destacar os reajustes da cebola (24,45%), do tomate (22,25%), da batata-inglesa (14,69%) e das hortaliças (4,43%).

Para Costa, “o que ajudou a conter um pouco a queda nos preços foi a Alimentação, principalmente por conta das altas do tomate, da cebola e da batata inglesa”.

A notícia boa para quem faz supermercado foi a redução do preço do leite longa vida, que manteve a trajetória de queda dos últimos meses, e ficou 7,52% mais leve no bolso.

O IPCA é o indicador que mede a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo brasileiro e abrange famílias com rendimento de um (R$ 954) a 40 (R$ 38.160) salários mínimos. A pesquisa considera as regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia e Campo Grande.

Fonte: R7

Data: 07/12/2018

Por: Giuliana Saringer

Link: https://noticias.r7.com/economia/inflacao-oficial-registra-menor-nivel-para-novembro-desde-1994-diz-ibge-07122018

 

 

 

Metrópole Paraná Norte considera Apucarana cidade estratégica

Uma reunião pública realizada na última terça-feira no auditório do Senac Apucarana, encerrou a primeira parte do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável da Metrópole Paraná Norte, um projeto de estudo do Governo do Paraná, com apoio do Banco Mundial, que visa a criação de um grande corredor de desenvolvimento unificado e sustentável unindo as cidades de Apucarana, Arapongas, Cambé, Cambira, Ibiporã, Jandaia do Sul, Jataizinho, Londrina, Mandaguaçu, Mandaguari, Marialva, Maringá, Paiçandu, Rolândia e Sarandi. Juntos, esses municípios concentram 15% da população e quase 14% do PIB do Estado.

Os trabalhos da audiência, que objetivou apresentar o resultado das oficinas realizadas pelos 15 municípios envolvidos e abrir um canal de manifestação por parte da população, foram conduzidos por Cláudio Marchand Krüger, coordenador executivo do Plano da Metrópole Paraná Norte. “O projeto, que teve início em maio, continua até pelo menos a metade do próximo ano, onde estão previstas mais três audiências públicas”, informou Krüger. Segundo ele, o projeto visa estabelecer um horizonte de planejamento, a médio prazo, para atender as necessidades da região nos próximos 30 anos. “A ideia não é sair já com obras para solução de um problema específico, mas trazer diretrizes estratégicas que vão permitir desenvolver toda essa região de uma forma integrada, possibilitando que um município coopere um com o outro e consiga enxergar objetivos comuns, bem como atuarem em conjunto para a solução de problemas”, explicou o coordenador.

Aeroporto de carga – Krüger confirmou que Apucarana ocupa posição estratégica dentro do planejamento. “Tanto é que as próximas reuniões serão todas aqui. Apucarana é uma cidade que fica realmente no centro da região. Inclusive, pelos estudos de logística, possivelmente uma ideia para uma solução, para ampliar a questão do transporte de cargas, quem sabe a cidade possa sediar um aeroporto regional mais voltado para cargas. Algumas rodovias ou ferrovias que poderiam passar e que não passam aqui pela região como, por exemplo, a Ferrovia Norte/Sul, que começa no Pará e termina no Sul de São Paulo, e poderia ter continuidade passando por Apucarana e o Norte do Paraná. Mas, por ora, o que estou falando são apenas ideias, cenários, dentro do que é Apucarana, um centro regional, cidade pólo”, concluiu Krüger, coordenador executivo do Plano da Metrópole Paraná Norte.

No final de janeiro, revelou Krüger deve ser concluída a etapa de diagnóstico. “Na ocasião deveremos agendar outra apresentação em Apucarana”, adianta. Indagado sobre o que o estudo já diagnosticou até o momento, ele foi taxativo. “O que já conseguimos perceber é um desnível social e de infraestrutura urbana entre as cidades pólo Maringá, Apucarana e Londrina em relação a municípios mais pobres. Muitas vezes o município vizinho é mais pobre, mas as pessoas moram lá. Em contrapartida, saem de suas casas para trabalhar, produzir no município maior que, muitas vezes, têm uma situação mais confortável em termos de renda, de planejamento, de qualidade de vida. E uma integração, entre cidades que muitas vezes estão a 10 ou 15 quilômetros apenas de distância, mas apresentam essas discrepâncias, seria algo bom para ambos e é isso que o projeto defende”, disse Cláudio Marchand Krüger, coordenador executivo do Plano da Metrópole Paraná Norte.

Metrópole única – Presente na audiência Pública, o prefeito Beto Preto reiterou sua proposta de que as três regiões metropolitanas, Londrina, Apucarana e Maringá, possam ser transformadas em uma única metrópole. Segundo ele, esse conceito já existe em outras regiões e outros países, assegurando maior integração e igualdade de tratamento entre todos os municípios participantes.

Beto Preto lembrou da luta que ele próprio e seu vice-prefeito, Junior da Femac, encamparam, na defesa do traçado original da Ferrovia Norte-Sul, a partir do sul do Estado de São Paulo. “Mobilizamos lideranças de toda a região em reuniões no gabinete do então prefeito de Londrina, Fernando Kireff; e também no Conselho de Desenvolvimento de Maringá (Codem). Infelizmente, interferências políticas alteraram o traçado desta importante ferrovia, desviando para o Estado do Mato Grosso do Sul até Maracaju, para depois retornar ao Paraná, via Guaira”, comentou Beto Preto, acrescentando que “com o projeto da Metrópole Paraná Norte, essa luta pode e deve ser retomada”.

Fonte: TN online/ UOL

Data:: 06/12/2018

Por:  redação

Link:  https://tnonline.uol.com.br/noticias/apucarana/45,473102,06,12,metropole-parana-norte-considera-apucarana-cidade-estrategica

Terceira fase do Plano Diretor é apresentada em PG

Apresentação é realizada pela Urbtec, empresa curitibana que venceu a licitação para desenvolver os estudos e projetos 

 

Desde março deste ano, está ocorrendo a revisão do Plano Diretor e a elaboração do Mobilidade Urbana de Ponta Grossa. Na segunda fase dos trabalhos foi feito o diagnóstico do município e agora, na terceira fase, são discutidas as diretrizes e propostas. Este trabalho vem sendo executado por representantes do IPLAN (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa), pela Urbtec –  empresa curitibana que venceu a licitação para desenvolver os estudos e projetos – e por diversos órgãos da sociedade civil organizada, que é a parte mais interessada nas melhorias que estão sendo discutidas.

A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa participa de forma ativa das reuniões que são realizadas, não somente por ter representação dentro do Iplan, mas por se tratar de uma entidade de classe com grande atuação social e política da cidade. A Engenharia e a Arquitetura ajudam a projetar e construir cidades cada vez mais sustentáveis e funcionais, sem deixar de lado a qualidade de vida dos seus munícipes.

Um dos principais objetivos do Plano Diretor e do Plano de Mobilidade Urbana é justamente atender às demandas do nosso município, de acordo com a realidade e as particularidades de cada região, de cada bairro. Adequar as construções e o transporte são um dos pontos estudados dentro da revisão do Plano Diretor. Além disso, o Plano de Mobilidade Urbana visa a promover a inclusão social e dar subsídio para que todos os cidadãos usufruam de acessibilidade e mobilidade dentro do município. Cidades com mais de 20 mil habitantes e de interesse turístico tem o dever de realizar o Plano Diretor para que não haja um crescimento desordenado e para que as questões ambientais também sejam respeitadas dentro desse contexto.

Na última quarta-feira (5) a AEAPG foi sede de um importante debate sobre o assunto. Na ocasião, os técnicos da Urbtec apresentaram as propostas e diretrizes do Plano Diretor e de Mobilidade Urbana que estão sendo desenvolvidas. As propostas foram analisadas e discutidas por engenheiros, arquitetos e demais interessados no tema, notadamente participantes oriundos do mercado imobiliário. O debate se prestava a abordar, de maneira técnica e ampla, os aspectos inerentes às principais futuras características do sistema viário municipal e do macrozoneamento a ser proposto para o futuro da cidade. No próximo dia 17, haverá uma audiência pública no Centro de Cultura, às 19h, para que sejam apresentadas e discutidas essas propostas. Quem desejar participar pode, inclusive, levar as suas.

Segundo a Arquiteta e Urbanista do Ilpan, Karla Gonzales Stamoulis, a participação popular é importante “não só pelo fato de saber o que as pessoas pensam a respeito das propostas, mas para que ajudem a decidir o que é melhor para o município nas questões que envolvem os estudos. O Plano terá validade de, no máximo, 10 anos, mas pode ser revisado a qualquer momento se houver uma grande necessidade para isso”, explica.

Última fase

A quarta e última fase acontecerá a partir do dia 23 de janeiro de 2019 e tratará da institucionalização e do Plano de Ação e Investimento (PAI), onde será posto em prática o que foi decidido ao longo desse ano e de onde virão os investimentos necessários. Quem quiser acessar o site do Iplan, pode o fazer através do endereço: www.iplan.pontagrossa.pr.gov.br e ter acesso a toda a documentação que já foi entregue e ainda enviar suas propostas ou sugestões para a revisão do Plano Diretor e de Mobilidade Urbana de Ponta Grossa.

Fonte: A  rede

Data: 08/12/2018

Por: Redação

Link: http://d.arede.info/ponta-grossa/241541/terceira-fase-do-plano-diretor-e-apresentada-em-pg